Pobre mortal sois eu.
Se pudesse escolheria não errar.
Mas quem sou para acertar?
O acaso seria em si opaco.
Das letras que traço.
Rogo o que faço.
Teu encanto faz-se o erro.
Mas quem sou para errar?
Talvez o erro foi não acertar.
Talvez o acertar foi errar.

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